Mostrando postagens com marcador Terence Fisher. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Terence Fisher. Mostrar todas as postagens

6.3.21

"A Vingança de Frankenstein" - Terence Fisher (Reino Unido, 1958)

Sinopse:
 
O Barão Frankenstein (Peter Cushing) foge da execução na guilhotina e usa o pseudônimo Dr. Stein para abrir sua clínica na Alemanha. Lá, recomeça seus experimentos com cadáveres, mas um de seus pacientes tem um destino diferente do que Stein planejou.
Comentário: Segundo Juvenatrix do site Boca do Inferno, "em 1957 a produtora inglesa Hammer havia iniciado o seu ciclo de filmes inspirados na famosa obra de Mary Shelley e lançou o clássico 'A Maldição de Frankenstein' (The Curse of Frankenstein), com Peter Cushing como o cientista louco e Christopher Lee como o monstro. Com o sucesso do filme, os produtores logo pensaram numa sequência e no ano seguinte veio 'A Vingança de Frankenstein' (The Revenge of Frankenstein), novamente com direção de Terence Fisher e com elenco liderado por Peter Cushing. Porém, dessa vez foi Michael Gwynn que fez o papel da criatura, no lugar de Christopher Lee. A história começa exatamente onde termina o filme anterior, e conforme diz a introdução (...), o cientista (Peter Cushing) está a caminho da guilhotina, condenado à morte pelos assassinatos cometidos pelo monstro que ele criou em seu laboratório, formado por pedaços de cadáveres e com o cérebro deformado num acidente. Porém, o Dr. Frankenstein consegue escapar da prisão na Suíça e foge para outra cidade, se estabelecendo em Carlsbruck, na Alemanha, com o nome alternativo de Dr. Victor Stein. 'A Vingança de Frankenstein' é bem inferior ao primeiro filme da série, investindo bem menos nas cenas de horror, com poucas mortes, violência e sangue, preferindo concentrar as ações na figura do célebre cientista e seu trabalho macabro, em vez do monstro criado a partir de pedaços de cadáveres. (...) A série de filmes da Hammer baseado na história de Mary Shelley ainda teve outras cinco produções, 'O Monstro de Frankenstein' (64), 'E Frankenstein Criou a Mulher' (67), 'Frankenstein Tem de Ser Destruído' (69), 'The Horror of Frankenstein' (70) e 'Frankenstein and the Monster From Hell' (74).

19.12.11

"Drácula, o Príncipe das Trevas" - Terence Fisher (Inglaterra, 1966)

Sinopse: Dois casais ingleses em férias estão viajando pelo leste europeu, nos Montes Cárpatos. São eles, Charles Kent (Francis Matthews), sua esposa Diana (Suzan Farmer), o irmão de Charles, Alan Kent (Charles Tingwell) e a esposa Helen (Barbara Shelley). Eles são abandonados pelo cocheiro em uma floresta supostamente amaldiçoada e acabam encontrando o castelo onde mora o Conde Drácula (Christopher Lee).
Comentário: Segundo Paulo Blob do site Boca do Inferno, "obviamente que depois do sucesso do clássico 'O Vampiro da Noite' (1958), a produtora Hammer estava ansiosa para rodar a sequência deste, só que esbarrava num obstáculo: a recusa de Christopher Lee, agora transformado em astro, de repetir o papel que o alçou a fama. Levou oito anos até convencerem Lee de voltar a usar os caninos e a capa do conde em 'Drácula, O Príncipe das Trevas'. Nesse meio tempo a Hammer chegou a rodar o ótimo 'As Noivas do Vampiro', que a princípio seria a continuação de 'O Vampiro da Noite', porém o filme acabou ficando sem Drácula, reaproveitando apenas o Van Helsing de Peter Cushing. O que era uma sequência, hoje é visto como um spin-off, um apêndice da série. (...) Engana-se quem acha que o acordo entre a Hammer e Christopher Lee para rodar o filme foi um mar de rosas. O ator teria detestado suas falas no script, “Alguém escrevia frases como se eu fosse o Apocalipse. Não dava para acreditar”, segundo o próprio Lee. Resultado: o astro só aceitou esse trabalho se Drácula não tivesse uma linha de diálogo. Sendo assim, fora uns grunhidos, o vampiro entra mudo e sai calado o filme inteiro. Quem vê o pudor de Lee nessa época, ao ponto de privar o espectador de sua voz sepulcral e marcante, jamais imaginaria que o ator mais tarde reencarnaria o conde em tranqueiras como 'Drácula no Mundo da Minissaia' e 'Ritos Satânicos de Drácula', isso sem falar na famigerada versão do livro de Bram Stoker levada a cabo por Jesus Franco". O filme é inferior ao de 1958 mas, mesmo assim, é um bom filme, especialmente se compararmos este à outras produções semelhantes.

30.10.10

"Frankenstein Criou a Mulher" - Terence Fisher (EUA/Inglaterra, 1967)

Sinopse: No século XIX, no vilarejo de Balkan, o Barão Frankenstein (Peter Cushing) e o Dr. Hertz (Thorley Walters) estão trabalhando numa experiência secreta que consiste em transferir a alma de pessoas mortas para outros corpos. Seu assistente, Hans (Robert Morris), é acusado injustamente de assassinar o pai de sua namorada Christina (Susan Denberg) e é condenado a morte na guilhotina. Ao receber a notícia, sua amada suicida-se. O Barão Frankenstein então tem a chance de realizar seu experimento, transferindo a alma de Hans para o corpo de Christina. No entanto, a alma de Hans anseia por vingança e terá a oportunidade de se vingar de seus inimigos.
Comentário: Segundo Rubens Ewald Filho, o filme é "uma das mais interessantes e bem-sucedidas variações que a produtora inglesa Hammer fez da história do barão Frankenstein, aqui tão distante do livro original que sequer se deram ao trabalho de citar a autora, Mary Shelley, nos créditos. Peter Cushing encarna pela quarta vez o cientista nesse curioso filme que substitui o habitual erotismo da produtora por um enredo até romântico, com uma detalhada recriação dos aspectos técnicos das experiências do barão, e que inclui uma certa relação com "Pigmalião" (a garota cujo corpo Frankenstein usa é complexada devido a sua deformação física e ele, auxiliado por outro cientista, a transforma numa beldade). A direção segura do especialista Terence Fisher e a trilha musical do compositor-chefe do estúdio, James Bernard tornam este um dos melhores filmes da Hammer. Foi exibido no Brasil como 'E Frankenstein Criou A Mulher', acentuando a semelhança do título com o do filme de Brigitte Bardot, 'E Deus Criou A Mulher' de 1956."