Sinopse: A jovem Celia (Joan Bennett) tira férias e viaja para o México com uma amiga. Lá ela conhece o homem dos seus sonhos, Mark (Michael Redgrave), com quem se casa dias depois do primeiro contato. Os dois vão morar juntos na mansão dele, misteriosa e sombria como o dono. Com o passar do tempo ela vai desvendando os segredos do local, mas um quarto especial, sempre trancado, continua intrigando-a.
Comentário: Fritz Lang (1890-1976) foi um cineasta, realizador, argumentista e produtor nascido na Áustria, mas que dividiu sua carreira entre a Alemanha e Hollywood. É considerado uma das maiores figuras do cinema alemão e o mais notável e proeminente diretor a emergir da escola do expressionismo alemão, juntamente com Friedrich Wilhelm Murnau, muito embora Lang tenha sempre negado qualquer relação com o movimento expressionista. Assisti dele as obra-primas "M, O Vampiro de Dusseldorf" (1931) e "Dr. Mabuse - Partes 1 e 2" (1922) e os ótimos "Vive-se Só Uma Vez" (1937) e "Quando Desceram as Trevas" (1944). Desta vez vou conferir "O Segredo da Porta Fechada" (1947).
Trata-se de um daqueles filmes nos quais um trauma de infância explica a personalidade doentia de alguém, ou seja, ele tende a uma abordagem psicanalítica fazendo menção à ela diretamente seja através de um personagem que se interessa por esse estudo, seja na resolução do filme em si.
Trata-se de um daqueles filmes nos quais um trauma de infância explica a personalidade doentia de alguém, ou seja, ele tende a uma abordagem psicanalítica fazendo menção à ela diretamente seja através de um personagem que se interessa por esse estudo, seja na resolução do filme em si.
O que eu achei: Não é um filme muito bem resolvido. Com uma pegada comercial evidente, tem furos no roteiro e está longe de ser o melhor do mestre Fritz Lang.
