
Comentário: De acordo com o site Wikipédia, trata-se de um filme de animação computadorizada produzido pela Walt Disney Animation Studios que conta a história de Judy Hopps, uma coelha que tem o sonho de se tornar policial na cidade de Zootopia, e da raposa sagaz Nick Wilde, que ganha a vida na base da trapaça. Juntos terão de superar suas diferenças para desvendar um caso relevante na cidade.
O longa foi dirigido por Byron Howard (diretor de “Bolt: Supercão” e “Enrolados”), Rich Moore e Jared Bush como codiretor. É o 55º filme da Walt Disney Animation.
A música do filme foi composta por Michael Giacchino, sendo o seu primeiro longa-metragem na Walt Disney Animation Studios. Além de seu papel na voz de Gazelle, a cantora Shakira também contribuiu com uma canção original para o filme intitulada "Try Everything", que foi escrita por Sia e Stargate. A parte instrumental do filme foi gravada por uma orquestra, com Tim Simonec conduzindo.
“Zootopia” foi recebido com aclamação geral da crítica e do público, que o elogiou pela sua crítica social, pelos personagens e pelas sequências de ação policial e comédia. Arrecadou mais de 1 bilhão de dólares em bilheteria, o segundo longa animado da Disney a chegar nesta marca após “Frozen”, e é a quarta maior bilheteria de 2016.
O American Film Institute o elegeu um dos dez melhores filmes americanos do ano. Em 2017 ganhou o Globo de Ouro de Melhor Filme de Animação, além de ganhar o Oscar de Melhor Filme de Animação.
O que disse a crítica 1: Marcela Gelinski do site Coisa de Cinéfilo gostou. Disse: “Depois que a Disney lançou ‘Divertida Mente’, eu fiquei me perguntando se o estúdio continuaria neste padrão de retomar desenhos animados que fazem o espectador refletir sobre a vida. E não é que sim? ‘Zootopia’ é a clara certeza de que a Disney está cada dia mais cuidadosa com seus roteiros e enredos, provando que animação não é apenas para crianças”.
O que disse a crítica 2: Natália Bridi do site Omelete avaliou com 5 estrelas, ou seja, obra-prima. Escreveu: “A animação é sincera. Seus protagonistas não estão acima do preconceito. A intolerância existe e precisa ser admitida para ser superada, não mascarada com desculpas, descobrem Judy e Nick ao longo da sua investigação. Fruto de uma nova fase do estúdio Disney, que também evitou transformar Elsa em uma vilã unidimensional, ‘Zootopia’ serve a uma geração que, por ser mais cínica, não aceita uma fábula de distância professoral. O público precisa fazer parte da história para captar a mensagem, uma missão que o filme cumpre com êxito, sem esquecer a diversão pelo caminho”.
O que eu achei: Demorei pra assistir o oscarizado “Zootopia: Essa Cidade é o Bicho” (2016) mas, antes tarde do que nunca, pois a animação é simplesmente incrível. Ela foi inspirada num clássico desenho animado da Disney chamado “Robin Hood” (1973), mostrando um mundo inteiramente habitado por animais antropomórficos (que andam e se vestem como humanos) e com uma raposa sagaz e ágil como o protagonista Robin Hood. Na trama, a otimista coelha Judy Hopps realiza o sonho de se tornar a primeira policial de sua espécie na vibrante metrópole de Zootopia, um mundo onde predadores e presas vivem em harmonia. Subestimada pelo seu chefe por ser pequena e fofa, ela ganha a chance de provar seu valor ao assumir o caso do misterioso desaparecimento de uma lontra. Para resolver o mistério em apenas 48 horas, Judy chantageia e se alia a Nick Wilde, uma raposa vigarista e cínica que conhece os submundos da cidade. O preconceito e a discriminação sistêmica são os temas centrais da animação. A parte visual é simplesmente um arraso. Os cenários fantásticos desenvolvidos pela Walt Disney Animation Studios foram resultado de anos de pesquisa e do desenvolvimento de softwares criados exclusivamente para o filme. Antes de encostarem nos computadores, os diretores e os 75 animadores da equipe passaram 18 meses estudando o comportamento dos animais. Eles viajaram para o Quênia para observar de perto os habitats naturais. A maior inspiração para a cidade veio ao observarem predadores e presas bebendo água juntos em um mesmo poço, pacificamente. Isso deu a base para o conceito da ‘metrópole da convivência’, onde animais distintos coexistem. Achei sensacional a ideia de dividir a cidade em biomas, com uma parte inspirada em Dubai e Las Vegas, com dunas artificiais e prédios em formato de termiteiros, aquecida por um gigantesco sistema de ar-condicionado central; outra parte parecendo florestas tropicais; a Vila dos Roedores (Little Rodentia) onde tudo é minúsculo para acomodar ratos e porquinhos-da-índia; além do ambiente ártico do Distrito de Tundratown que abriga ursos polares, lobos, alces e raposas-do-ártico. É muito capricho reunido. Fazendo as vozes dos personagens há um elenco de peso, com destaque para a cantora Shakira que interpreta a cantora Gazelle, num trocadilho que mistura o animal gazela com o nome da cantora Adele. A animação teve desdobramentos e sequências como a série “Zootopia+” (2022) composta por curtas de animação e o longa-metragem “Zootopia 2” (2025) que é uma sequência direta deste e que também concorreu ao Oscar. Tudo indica que, em breve, teremos outro longa chamado “Zootopia 3”. Se joguem!
O longa foi dirigido por Byron Howard (diretor de “Bolt: Supercão” e “Enrolados”), Rich Moore e Jared Bush como codiretor. É o 55º filme da Walt Disney Animation.
A música do filme foi composta por Michael Giacchino, sendo o seu primeiro longa-metragem na Walt Disney Animation Studios. Além de seu papel na voz de Gazelle, a cantora Shakira também contribuiu com uma canção original para o filme intitulada "Try Everything", que foi escrita por Sia e Stargate. A parte instrumental do filme foi gravada por uma orquestra, com Tim Simonec conduzindo.
“Zootopia” foi recebido com aclamação geral da crítica e do público, que o elogiou pela sua crítica social, pelos personagens e pelas sequências de ação policial e comédia. Arrecadou mais de 1 bilhão de dólares em bilheteria, o segundo longa animado da Disney a chegar nesta marca após “Frozen”, e é a quarta maior bilheteria de 2016.
O American Film Institute o elegeu um dos dez melhores filmes americanos do ano. Em 2017 ganhou o Globo de Ouro de Melhor Filme de Animação, além de ganhar o Oscar de Melhor Filme de Animação.
O que disse a crítica 1: Marcela Gelinski do site Coisa de Cinéfilo gostou. Disse: “Depois que a Disney lançou ‘Divertida Mente’, eu fiquei me perguntando se o estúdio continuaria neste padrão de retomar desenhos animados que fazem o espectador refletir sobre a vida. E não é que sim? ‘Zootopia’ é a clara certeza de que a Disney está cada dia mais cuidadosa com seus roteiros e enredos, provando que animação não é apenas para crianças”.
O que disse a crítica 2: Natália Bridi do site Omelete avaliou com 5 estrelas, ou seja, obra-prima. Escreveu: “A animação é sincera. Seus protagonistas não estão acima do preconceito. A intolerância existe e precisa ser admitida para ser superada, não mascarada com desculpas, descobrem Judy e Nick ao longo da sua investigação. Fruto de uma nova fase do estúdio Disney, que também evitou transformar Elsa em uma vilã unidimensional, ‘Zootopia’ serve a uma geração que, por ser mais cínica, não aceita uma fábula de distância professoral. O público precisa fazer parte da história para captar a mensagem, uma missão que o filme cumpre com êxito, sem esquecer a diversão pelo caminho”.
O que eu achei: Demorei pra assistir o oscarizado “Zootopia: Essa Cidade é o Bicho” (2016) mas, antes tarde do que nunca, pois a animação é simplesmente incrível. Ela foi inspirada num clássico desenho animado da Disney chamado “Robin Hood” (1973), mostrando um mundo inteiramente habitado por animais antropomórficos (que andam e se vestem como humanos) e com uma raposa sagaz e ágil como o protagonista Robin Hood. Na trama, a otimista coelha Judy Hopps realiza o sonho de se tornar a primeira policial de sua espécie na vibrante metrópole de Zootopia, um mundo onde predadores e presas vivem em harmonia. Subestimada pelo seu chefe por ser pequena e fofa, ela ganha a chance de provar seu valor ao assumir o caso do misterioso desaparecimento de uma lontra. Para resolver o mistério em apenas 48 horas, Judy chantageia e se alia a Nick Wilde, uma raposa vigarista e cínica que conhece os submundos da cidade. O preconceito e a discriminação sistêmica são os temas centrais da animação. A parte visual é simplesmente um arraso. Os cenários fantásticos desenvolvidos pela Walt Disney Animation Studios foram resultado de anos de pesquisa e do desenvolvimento de softwares criados exclusivamente para o filme. Antes de encostarem nos computadores, os diretores e os 75 animadores da equipe passaram 18 meses estudando o comportamento dos animais. Eles viajaram para o Quênia para observar de perto os habitats naturais. A maior inspiração para a cidade veio ao observarem predadores e presas bebendo água juntos em um mesmo poço, pacificamente. Isso deu a base para o conceito da ‘metrópole da convivência’, onde animais distintos coexistem. Achei sensacional a ideia de dividir a cidade em biomas, com uma parte inspirada em Dubai e Las Vegas, com dunas artificiais e prédios em formato de termiteiros, aquecida por um gigantesco sistema de ar-condicionado central; outra parte parecendo florestas tropicais; a Vila dos Roedores (Little Rodentia) onde tudo é minúsculo para acomodar ratos e porquinhos-da-índia; além do ambiente ártico do Distrito de Tundratown que abriga ursos polares, lobos, alces e raposas-do-ártico. É muito capricho reunido. Fazendo as vozes dos personagens há um elenco de peso, com destaque para a cantora Shakira que interpreta a cantora Gazelle, num trocadilho que mistura o animal gazela com o nome da cantora Adele. A animação teve desdobramentos e sequências como a série “Zootopia+” (2022) composta por curtas de animação e o longa-metragem “Zootopia 2” (2025) que é uma sequência direta deste e que também concorreu ao Oscar. Tudo indica que, em breve, teremos outro longa chamado “Zootopia 3”. Se joguem!