
Comentário: Segundo o site Wikipédia, originalmente o Gato de Botas “é um conto de fadas de autoria do escritor francês Charles Perrault, incluído no livro “Les Contes de Ma Mère l'Oye”, publicado em 1697. O conto francês narra a história de um caçula de três irmãos que recebe como herança de seu pai um gato de estimação. Depois de ganhar um par de botas, o gato consegue convencer um rei muito poderoso de que pertence a um fidalgo chamado Marquês de Carabás, e consegue ao seu dono a mão da princesa em casamento. O livro se tornou muito popular na França, e até mesmo Napoleão Bonaparte o leu. Porém, em cada lugar que ele é contado a história muda”.
O “Gato de Botas” teve várias versões em desenho animado, chegando a participar como um personagem coadjuvante da franquia “Shrek” da Dreamworks. Neste do Chris Miller, quando o Gato de Botas relembra suas origens, ele, ainda filhote, vai parar num orfanato de crianças abandonadas localizado num vilarejo chamado San Ricardo e é criado pela senhora Ivana. É lá que ele conhece o seu amigo Humpty Dumpty, um ovo obcecado em encontrar feijões mágicos que, ao serem plantados, crescem vertiginosamente e levam à um lugar acima das nuvens onde mora uma gansa que bota ovos de ouro. Porém, um dia, sem querer, o gatinho salva a senhora Ivone de um comandante e ganha um par de botas, um chapéu e uma espada da “mãe”, transformando-se no Gato de Botas. Ou seja, nada tem a ver com o original francês.
O desenrolar da trama mostra o felino em um plano de assalto ao lado de Humpty Dumpty e Kitty Pata-Mansa para roubar a tal gansa. Nas vozes estão Antonio Banderas, Zach Galifianakis e Salma Hayek. A animação foi seguida por “Gato de Botas 2: O Último Pedido” (2022), dirigido por Joel Crawford.
O que disse a crítica: Marcelo Forlani do site Omelete avaliou como bom. Escreveu: “Antonio Banderas disse em uma entrevista para a imprensa nacional que os fãs não devem ir ao cinema esperando uma continuação de ‘Shrek’. ‘Tem mais de Sam Peckinpah e Sergio Leone do que ‘Shrek’, resumiu muitíssimo bem o ator espanhol, que mais uma vez empresta sua voz ao gato laranja de sotaque espanhol, muita habilidade com a espada e uma irresistível cara de coitado. E é verdade. Apesar de ser um projeto derivado da franquia do ogro verde, ‘Gato de Botas’ está mais para os westerns cheios de drama e aventura do que para a paródia, apesar de também ter a sua graça”.
Tiago Siqueira do site Cinema com Rapadura também achou bom. Disse: “A ação é constante e conta com sequências bastante agitadas, como o duelo de dança e o ataque à carroça dos vilões Jack e Jill. A própria sequência do roubo também é bastante empolgante. No entanto, há uma queda perceptível no ritmo da película após o segundo ato, o mistério do monstro final acaba não recompensando todo o investimento e, em alguns momentos, o Gato de Botas parece ficar em segundo plano com relações aos demais personagens. ‘Gato de Botas’ tem seus defeitos. Não é nenhuma obra-prima, mas o charme latino do protagonista e do próprio longa acabam conquistando o público, sendo impossível não soltar um “Ownnnnnn!” quando o Gato lança seu olhar manhoso”.
O que eu achei: Achei uma pena alterarem a origem do Gato de Botas. Seria uma grande oportunidade de conhecermos o conto original francês, inserindo-o na trama como um flashback, mas Chris Miller optou por inventar uma nova história para ele trajar botas, chapéu e possuir uma espada. A trama mistura elementos western com o conto “João e o Pé de Feijão”. A animação é boa, não chega a ser excelente pois o ritmo de fato cai após o segundo ato. Mas dá pra distrair e se divertir vendo uma produção de arte bem acabada visualmente e com o protagonista tendo um irresistível charme acentuado pelo sotaque espanhol do Antonio Banderas. Uma boa pedida para crianças de todas as idades.
O “Gato de Botas” teve várias versões em desenho animado, chegando a participar como um personagem coadjuvante da franquia “Shrek” da Dreamworks. Neste do Chris Miller, quando o Gato de Botas relembra suas origens, ele, ainda filhote, vai parar num orfanato de crianças abandonadas localizado num vilarejo chamado San Ricardo e é criado pela senhora Ivana. É lá que ele conhece o seu amigo Humpty Dumpty, um ovo obcecado em encontrar feijões mágicos que, ao serem plantados, crescem vertiginosamente e levam à um lugar acima das nuvens onde mora uma gansa que bota ovos de ouro. Porém, um dia, sem querer, o gatinho salva a senhora Ivone de um comandante e ganha um par de botas, um chapéu e uma espada da “mãe”, transformando-se no Gato de Botas. Ou seja, nada tem a ver com o original francês.
O desenrolar da trama mostra o felino em um plano de assalto ao lado de Humpty Dumpty e Kitty Pata-Mansa para roubar a tal gansa. Nas vozes estão Antonio Banderas, Zach Galifianakis e Salma Hayek. A animação foi seguida por “Gato de Botas 2: O Último Pedido” (2022), dirigido por Joel Crawford.
O que disse a crítica: Marcelo Forlani do site Omelete avaliou como bom. Escreveu: “Antonio Banderas disse em uma entrevista para a imprensa nacional que os fãs não devem ir ao cinema esperando uma continuação de ‘Shrek’. ‘Tem mais de Sam Peckinpah e Sergio Leone do que ‘Shrek’, resumiu muitíssimo bem o ator espanhol, que mais uma vez empresta sua voz ao gato laranja de sotaque espanhol, muita habilidade com a espada e uma irresistível cara de coitado. E é verdade. Apesar de ser um projeto derivado da franquia do ogro verde, ‘Gato de Botas’ está mais para os westerns cheios de drama e aventura do que para a paródia, apesar de também ter a sua graça”.
Tiago Siqueira do site Cinema com Rapadura também achou bom. Disse: “A ação é constante e conta com sequências bastante agitadas, como o duelo de dança e o ataque à carroça dos vilões Jack e Jill. A própria sequência do roubo também é bastante empolgante. No entanto, há uma queda perceptível no ritmo da película após o segundo ato, o mistério do monstro final acaba não recompensando todo o investimento e, em alguns momentos, o Gato de Botas parece ficar em segundo plano com relações aos demais personagens. ‘Gato de Botas’ tem seus defeitos. Não é nenhuma obra-prima, mas o charme latino do protagonista e do próprio longa acabam conquistando o público, sendo impossível não soltar um “Ownnnnnn!” quando o Gato lança seu olhar manhoso”.
O que eu achei: Achei uma pena alterarem a origem do Gato de Botas. Seria uma grande oportunidade de conhecermos o conto original francês, inserindo-o na trama como um flashback, mas Chris Miller optou por inventar uma nova história para ele trajar botas, chapéu e possuir uma espada. A trama mistura elementos western com o conto “João e o Pé de Feijão”. A animação é boa, não chega a ser excelente pois o ritmo de fato cai após o segundo ato. Mas dá pra distrair e se divertir vendo uma produção de arte bem acabada visualmente e com o protagonista tendo um irresistível charme acentuado pelo sotaque espanhol do Antonio Banderas. Uma boa pedida para crianças de todas as idades.