
Comentário: Oliver Parker é um cineasta e roteirista inglês. São dele os filmes “Othelo” (1995), “Um Marido Ideal” (1999), “Armadilhas do Coração” (2002) e “Nadando com Homens” (2018), dentre outros. Assisti dele apenas a comédia "O Retorno de Johnny English" (2011) que era uma sequência do filme “Johnny English” (2003) de Peter Howitt.
O filme é mais uma adaptação do livro homônimo do escritor Oscar Wilde. Conta a trajetória de Dorian Gray, aristocrata inglês cujo retrato envelhece em seu lugar, mantendo-o sempre jovem e bonito. O roteiro é de Toby Finley.
O que disse a crítica: Lucas Salgado do site Adoro Cinema detestou. Avaliou o filme como horrível. Disse: “Baseado em livro homônimo de Oscar Wilde, o longa é um desrespeito à memória do lendário escritor. (...) Mais conhecido pelo papel do príncipe Caspian na franquia ‘As Crônicas de Nárnia’, Ben Barnes foi o escolhido para viver Dorian e se revelou uma péssima opção. É claro que poucos atores fariam melhor com um roteiro tão infeliz, mas Barnes também é responsável pelo fracasso da produção. O ator entrega uma performance artificial e nada profunda, não fazendo jus à um dos personagens mais interessantes da história da literatura. Ao que parece, Barnes interpretou não envelhecer como sinônimo de não apresentar expressões faciais. Após levar William Shakespeare para as telonas com ‘Othelo’, o diretor Oliver Parker agora investe em Oscar Wilde e a melhor dica que se pode dar a ele é: ‘fique longe de clássicos da literatura’. O primeiro contava ao menos com uma ótima interpretação de Kenneth Branagh, mas este ‘Dorian Gray’ (no original) não tem nada que salva. A fotografia é escura, a trilha não consegue criar nenhum momento de clímax e a edição é absolutamente ordinária”.
Rafael Lima do site Plano Crítico também não gostou, avaliou como muito ruim. Escreveu tratar-se de “um filme bastante esquecível. Indeciso entre ser um melodrama gótico ou um terror B sobrenatural, o longa-metragem de Oliver Parker é extremamente falho em construir a relação entre os seus personagens; consequentemente enfraquecendo a jornada dramática de seu protagonista. O filme até têm uma estética interessante, mas perde o principal ponto de seu material base, esquecendo que é o interior o que mais conta”.
O que eu achei: Eu que li o livro do Oscar Wilde e recentemente assisti uma outra versão cinematográfica do livro chamada “O Retrato de Dorian Gray” (1945) de Albert Lewin, achei esta versão do Oliver Parker bem inferior à ambos. Se comparada ao livro, o roteiro alterou não só a sequência dos acontecimentos, mas também introduziu novas ocorrências e novos personagens, o que até não seria um grande problema se o resultado tivesse sido melhor. Entretanto o protagonista, interpretado pelo ator Ben Barnes, deixa muito a desejar. Além do texto, que já chega para ele bastante depreciado, o ator é insosso, inexpressivo, não tem sal nem pimenta, sua atuação carece de sensibilidade. A fotografia do filme até que é boa, apesar de contar com uma certa artificialidade que lembra a estética das novelas de época que a Rede Globo veicula às 6 da tarde. A pegada vampiresca do personagem principal e certos elementos góticos que foram introduzidos na trama me inclinam a achar que é um filme que poderá agradar a um certo grupo de adolescentes fãs da saga “Crepúsculo”. É um filme que até dá pra ver, mas a versão filmada por Albert Lewin, se não é uma obra-prima, pelo menos é digna.
O filme é mais uma adaptação do livro homônimo do escritor Oscar Wilde. Conta a trajetória de Dorian Gray, aristocrata inglês cujo retrato envelhece em seu lugar, mantendo-o sempre jovem e bonito. O roteiro é de Toby Finley.
O que disse a crítica: Lucas Salgado do site Adoro Cinema detestou. Avaliou o filme como horrível. Disse: “Baseado em livro homônimo de Oscar Wilde, o longa é um desrespeito à memória do lendário escritor. (...) Mais conhecido pelo papel do príncipe Caspian na franquia ‘As Crônicas de Nárnia’, Ben Barnes foi o escolhido para viver Dorian e se revelou uma péssima opção. É claro que poucos atores fariam melhor com um roteiro tão infeliz, mas Barnes também é responsável pelo fracasso da produção. O ator entrega uma performance artificial e nada profunda, não fazendo jus à um dos personagens mais interessantes da história da literatura. Ao que parece, Barnes interpretou não envelhecer como sinônimo de não apresentar expressões faciais. Após levar William Shakespeare para as telonas com ‘Othelo’, o diretor Oliver Parker agora investe em Oscar Wilde e a melhor dica que se pode dar a ele é: ‘fique longe de clássicos da literatura’. O primeiro contava ao menos com uma ótima interpretação de Kenneth Branagh, mas este ‘Dorian Gray’ (no original) não tem nada que salva. A fotografia é escura, a trilha não consegue criar nenhum momento de clímax e a edição é absolutamente ordinária”.
Rafael Lima do site Plano Crítico também não gostou, avaliou como muito ruim. Escreveu tratar-se de “um filme bastante esquecível. Indeciso entre ser um melodrama gótico ou um terror B sobrenatural, o longa-metragem de Oliver Parker é extremamente falho em construir a relação entre os seus personagens; consequentemente enfraquecendo a jornada dramática de seu protagonista. O filme até têm uma estética interessante, mas perde o principal ponto de seu material base, esquecendo que é o interior o que mais conta”.
O que eu achei: Eu que li o livro do Oscar Wilde e recentemente assisti uma outra versão cinematográfica do livro chamada “O Retrato de Dorian Gray” (1945) de Albert Lewin, achei esta versão do Oliver Parker bem inferior à ambos. Se comparada ao livro, o roteiro alterou não só a sequência dos acontecimentos, mas também introduziu novas ocorrências e novos personagens, o que até não seria um grande problema se o resultado tivesse sido melhor. Entretanto o protagonista, interpretado pelo ator Ben Barnes, deixa muito a desejar. Além do texto, que já chega para ele bastante depreciado, o ator é insosso, inexpressivo, não tem sal nem pimenta, sua atuação carece de sensibilidade. A fotografia do filme até que é boa, apesar de contar com uma certa artificialidade que lembra a estética das novelas de época que a Rede Globo veicula às 6 da tarde. A pegada vampiresca do personagem principal e certos elementos góticos que foram introduzidos na trama me inclinam a achar que é um filme que poderá agradar a um certo grupo de adolescentes fãs da saga “Crepúsculo”. É um filme que até dá pra ver, mas a versão filmada por Albert Lewin, se não é uma obra-prima, pelo menos é digna.