
Comentário: Guy Ritchie é um cineasta inglês que ganhou notoriedade quando dirigiu, em 1998, "Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes", e, em 2000, "Snatch: Porcos e Diamantes", que conta com Brad Pitt e Benício Del Toro no elenco. Em 2000 se casou com a cantora Madonna, com quem teve dois filhos, Rocco e David. Daí pra frente ele basicamente não fez mais nada de tão interessante. "Rei Arthur: A Lenda da Espada" é mais uma versão da clássica história da literatura inglesa. A Revista Galileu nos conta que "Geoffrey de Monmouth foi o primeiro autor responsável por popularizar a lenda do Rei Arthur, com as crônicas 'História dos Reis da Bretanha'. Embora seu trabalho não seja levado em conta como um registro histórico autêntico, o escritor declara que a cidade romana de Silchester teria sido o local da coroação de Arthur. Escavações na região têm sido conduzidas desde os anos 1970 pela Universidade de Reading e evidências sobre o rei ainda podem ser descobertas pelos arqueólogos. (...) Teorias e hipóteses misteriosas rodeiam há séculos o nome de rei Arthur, homenageado pela literatura e considerado um grande líder britânico da Idade Média. A lenda diz que Arthur teria impedido a entrada dos saxões na província romana da atual Grã-Bretanha e, enquanto sua existência e origem são até hoje questionadas por estudiosos, vários sítios arqueológicos e locais históricos da Inglaterra e outras regiões tentam preservar a figura heroica de Arthur".
O que disse a crítica: Renato Hermsdorff do site Adoro Cinema achou o filme legal. Escreveu: "Recuperando elementos 'clássicos' da história (...), o cineasta adicionou à releitura um quê de 'Game of Thrones' (...); uma pitada de 'Animais Fantásticos e Onde Habitam' (como parte do treinamento do protagonista); um tanto de 'O Senhor dos Anéis' (bota tanto nisso); para transformar o herói clássico em... super-herói. Se a aposta é dançar conforme a música, não poderiam faltar referências aos filmes de super-heróis, a menina (e menino) dos olhos de qualquer produtor de cinema que se proponha a ganhar dinheiro na indústria. E assim como o mjolnir está para Thor, a Excalibur está para Arthur, o guerreiro falastrão. Sem a espada, ele não é nada; sem o humor, não é Guy Ritchie. Esse aspecto é um dos pontos altos do filme. Se por um lado, 'A Lenda da Espada' bebe da fonte de tantos sucessos recentes do cinema (e da TV) – se valendo de um apelo comercial no mínimo pertinente para 2017 –, o fato aponta para uma escassez de criatividade; por outro, o faz de maneira minimamente honesta - e até com ‘autoralidade’. Goste ou não, a assinatura de Guy Ritchie está presente, o que significa dizer: intercalar imagens aceleradas com outras em slow motion (artifício que permite acompanhar os movimentos nas grandiosas cenas de ação); investimento no diálogo afiado (a conjunção do humor com uma montagem ágil); a introdução de personagens de nomes esquisitos como 'Bill Seboso'. Com efeitos de ponta, o resultado diverte. Se não traz nenhum desafio para o espectador, 'Rei Arthur - A Lenda da Espada' tampouco ofende a inteligência da plateia”.
O que eu achei: Eu detestei. Gastaram 100 milhões de dólares para vulgarizar em 3D a lenda de Camelot. É barulhento, irritante, cansativo com suas cenas cheias de ação que se sucedem umas às outras rapidamente, cada uma fazendo menos sentido narrativo do que a anterior. É exagerado e frustrante. Não funciona nem como entretenimento. Não perca seu tempo.O que disse a crítica: Renato Hermsdorff do site Adoro Cinema achou o filme legal. Escreveu: "Recuperando elementos 'clássicos' da história (...), o cineasta adicionou à releitura um quê de 'Game of Thrones' (...); uma pitada de 'Animais Fantásticos e Onde Habitam' (como parte do treinamento do protagonista); um tanto de 'O Senhor dos Anéis' (bota tanto nisso); para transformar o herói clássico em... super-herói. Se a aposta é dançar conforme a música, não poderiam faltar referências aos filmes de super-heróis, a menina (e menino) dos olhos de qualquer produtor de cinema que se proponha a ganhar dinheiro na indústria. E assim como o mjolnir está para Thor, a Excalibur está para Arthur, o guerreiro falastrão. Sem a espada, ele não é nada; sem o humor, não é Guy Ritchie. Esse aspecto é um dos pontos altos do filme. Se por um lado, 'A Lenda da Espada' bebe da fonte de tantos sucessos recentes do cinema (e da TV) – se valendo de um apelo comercial no mínimo pertinente para 2017 –, o fato aponta para uma escassez de criatividade; por outro, o faz de maneira minimamente honesta - e até com ‘autoralidade’. Goste ou não, a assinatura de Guy Ritchie está presente, o que significa dizer: intercalar imagens aceleradas com outras em slow motion (artifício que permite acompanhar os movimentos nas grandiosas cenas de ação); investimento no diálogo afiado (a conjunção do humor com uma montagem ágil); a introdução de personagens de nomes esquisitos como 'Bill Seboso'. Com efeitos de ponta, o resultado diverte. Se não traz nenhum desafio para o espectador, 'Rei Arthur - A Lenda da Espada' tampouco ofende a inteligência da plateia”.