
Comentário: Mel Smith (1952-2013) é um cineasta, ator e comediante inglês. São dele os seriados "Not the Nine O'Clock News" (1979-1982) e " Alas Smith and Jones" (1984-1998), dentre outros. Ele dirigiu cinco longas-metragens. "Mr. Bean - O Filme" (1997) é o primeiro filme que vejo dele.
Com o título original "Bean: The Ultimate Disaster Movie" (1997), o filme é baseado na série de televisão britânica "Mr. Bean" (1990-1995). Dirigido por Mel Smith e escrito por Robin Driscoll e Richard Curtis - ambos veteranos escritores do seriado original -, o filme é estrelado por Rowan Atkinson.
Na trama Mr. Bean trabalha como vigia de segurança no museu Royal National Gallery, em Londres. Apesar de ser bem-intencionado, o sujeito inadvertidamente comete atitudes desastrosas e destrutivas. Os membros do conselho de administração do museu passam a cogitar a demissão de Bean por ele dormir excessivamente durante a sua função no local, mas são impedidos pelo presidente do museu, que confia firmemente no trabalho de Bean. O conselho então sugere ao presidente que Bean seja enviado à Galeria de Arte Grierson, em Los Angeles, como representante do museu durante a cerimônia de apresentação do quadro "A Mãe de Whistler" (1871), comprado pelo filantropo General Newton por cinquenta milhões de dólares. Ao chegar nos Estados Unidos, Bean é recebido pelo curador local, David Langley, que está impressionado com o perfil falso do "Dr. Bean", e que planeja acomodá-lo em sua casa por dois meses, para desgosto de sua esposa Alison, seu filho Kevin e sua filha Jennifer. Claro que, daí em diante, tudo dará errado.
O que disse a crítica 1: Arthur Barbosa do site Plano Crítico avaliou com 2 estrelas, ou seja, ruim. Disse: "Embora a maioria das cenas tivesse a intenção de arrancar gargalhadas dos telespectadores, já que o personagem é adorado pelo mundo afora, o filme causa vergonha alheia. Bizarro, exagerado, maluco: não fez sentido algum ele atravessar o Oceano Atlântico, pois a história poderia se passar tranquilamente em Londres, na Inglaterra, terra original do Mr. Bean. Não teve cenas dele dirigindo o seu carro, incluindo, por exemplo, a participação especial do seu fiel amigo e companheiro, o ursinho Teddy, o qual apareceu somente na última cena. Além disso, apesar de a produção ser datada de 1997, as piadas são ultrapassadas, gerando, assim, um humor extremamente sem graça".
O que disse a crítica 2: Michael Dequina do site The Movie Report avaliou com 3 estrelas, ou seja, bom. Escreveu: "O roteiro de Richard Curtis, roteirista de 'Quatro Casamentos e um Funeral' (que 'criou' o personagem Mr. Bean com Atkinson), e Robin Driscoll não oferece muito em termos de enredo (...). Além disso, a direção de Smith rapidamente se acomoda em um ritmo previsível de preparação e desenrolar (Bean é deixado sozinho; Bean se mete em todo tipo de confusão absurda; as pessoas reagem). Mas as piadas são hilárias, graças em grande parte a Atkinson, que é um comediante mudo verdadeiramente talentoso. Mr. Bean quase não fala, e Atkinson consegue extrair o máximo de humor através de grunhidos, gestos, movimentos corporais e, principalmente, expressões faciais. Mas isso não significa que as coisas não sejam engraçadas nas raras ocasiões em que ele profere uma palavra; algumas das maiores gargalhadas acontecem durante um discurso culminante que ele é forçado a fazer".
O que eu achei: "Mr. Bean – O Filme" (1997) leva para o cinema o personagem criado e interpretado por Rowan Atkinson. A trama coloca o atrapalhado Bean em Los Angeles, onde é enviado como “especialista” para acompanhar a apresentação de uma famosa obra de arte em um museu. A principal virtude do longa é preservar o humor físico e quase mudo que consagrou o seriado. Algumas sequências - especialmente as envolvendo o famoso quadro "A Mãe de Whistler" (1871) do artista James McNeill Whistler - exploram bem o constrangimento crescente e a escalada do caos, marcas registradas do personagem. Por outro lado, a transposição para o formato de longa exige uma narrativa mais estruturada e nem todas as situações sustentam o mesmo frescor dos episódios curtos da TV. Ainda assim, o filme entrega boas risadas e funciona como entretenimento leve, mantendo o espírito do personagem sem atingir o auge da série. Atenção para a subida dos créditos, não desligue sem ver pois há gratas surpresas ali que não devem ser perdidas.
Com o título original "Bean: The Ultimate Disaster Movie" (1997), o filme é baseado na série de televisão britânica "Mr. Bean" (1990-1995). Dirigido por Mel Smith e escrito por Robin Driscoll e Richard Curtis - ambos veteranos escritores do seriado original -, o filme é estrelado por Rowan Atkinson.
Na trama Mr. Bean trabalha como vigia de segurança no museu Royal National Gallery, em Londres. Apesar de ser bem-intencionado, o sujeito inadvertidamente comete atitudes desastrosas e destrutivas. Os membros do conselho de administração do museu passam a cogitar a demissão de Bean por ele dormir excessivamente durante a sua função no local, mas são impedidos pelo presidente do museu, que confia firmemente no trabalho de Bean. O conselho então sugere ao presidente que Bean seja enviado à Galeria de Arte Grierson, em Los Angeles, como representante do museu durante a cerimônia de apresentação do quadro "A Mãe de Whistler" (1871), comprado pelo filantropo General Newton por cinquenta milhões de dólares. Ao chegar nos Estados Unidos, Bean é recebido pelo curador local, David Langley, que está impressionado com o perfil falso do "Dr. Bean", e que planeja acomodá-lo em sua casa por dois meses, para desgosto de sua esposa Alison, seu filho Kevin e sua filha Jennifer. Claro que, daí em diante, tudo dará errado.
O que disse a crítica 1: Arthur Barbosa do site Plano Crítico avaliou com 2 estrelas, ou seja, ruim. Disse: "Embora a maioria das cenas tivesse a intenção de arrancar gargalhadas dos telespectadores, já que o personagem é adorado pelo mundo afora, o filme causa vergonha alheia. Bizarro, exagerado, maluco: não fez sentido algum ele atravessar o Oceano Atlântico, pois a história poderia se passar tranquilamente em Londres, na Inglaterra, terra original do Mr. Bean. Não teve cenas dele dirigindo o seu carro, incluindo, por exemplo, a participação especial do seu fiel amigo e companheiro, o ursinho Teddy, o qual apareceu somente na última cena. Além disso, apesar de a produção ser datada de 1997, as piadas são ultrapassadas, gerando, assim, um humor extremamente sem graça".
O que disse a crítica 2: Michael Dequina do site The Movie Report avaliou com 3 estrelas, ou seja, bom. Escreveu: "O roteiro de Richard Curtis, roteirista de 'Quatro Casamentos e um Funeral' (que 'criou' o personagem Mr. Bean com Atkinson), e Robin Driscoll não oferece muito em termos de enredo (...). Além disso, a direção de Smith rapidamente se acomoda em um ritmo previsível de preparação e desenrolar (Bean é deixado sozinho; Bean se mete em todo tipo de confusão absurda; as pessoas reagem). Mas as piadas são hilárias, graças em grande parte a Atkinson, que é um comediante mudo verdadeiramente talentoso. Mr. Bean quase não fala, e Atkinson consegue extrair o máximo de humor através de grunhidos, gestos, movimentos corporais e, principalmente, expressões faciais. Mas isso não significa que as coisas não sejam engraçadas nas raras ocasiões em que ele profere uma palavra; algumas das maiores gargalhadas acontecem durante um discurso culminante que ele é forçado a fazer".
O que eu achei: "Mr. Bean – O Filme" (1997) leva para o cinema o personagem criado e interpretado por Rowan Atkinson. A trama coloca o atrapalhado Bean em Los Angeles, onde é enviado como “especialista” para acompanhar a apresentação de uma famosa obra de arte em um museu. A principal virtude do longa é preservar o humor físico e quase mudo que consagrou o seriado. Algumas sequências - especialmente as envolvendo o famoso quadro "A Mãe de Whistler" (1871) do artista James McNeill Whistler - exploram bem o constrangimento crescente e a escalada do caos, marcas registradas do personagem. Por outro lado, a transposição para o formato de longa exige uma narrativa mais estruturada e nem todas as situações sustentam o mesmo frescor dos episódios curtos da TV. Ainda assim, o filme entrega boas risadas e funciona como entretenimento leve, mantendo o espírito do personagem sem atingir o auge da série. Atenção para a subida dos créditos, não desligue sem ver pois há gratas surpresas ali que não devem ser perdidas.