Sinopse: No final de 2006, o cineasta Martin Scorsese capturou em filme duas apresentações da banda inglesa Rolling Stones, em Nova York, no Beacon Theatre. Os shows, realizados em 29 de outubro e 1º de novembro, fazem parte da turnê "A Bigger Band", a mesma realizada na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. O documentário mostra, além de cenas dos bastidores, histórias da banda que comemora 45 anos. Os shows, com repertório diferenciado, trazem músicas como All Down The Line, As Tears Go By, I'm Free, Undercover of the Night, (Just My) Imagination e Shine a Light.
Comentário: Martin Scorsese (1942) é um diretor de cinema norte-americano. Assisti dele a obra prima "Os Bons Companheiros" (1990), os ótimos "Os Infiltrados" (2006) e "Ilha do Medo" (2009) e os bons "Alice Não Mora Mais Aqui" (1974), "O Aviador" (2004) e "A Invenção de Hugo Cabret" (2011). Desta vez vou conferir o documentário "Rolling Stones - Shine a Light" (2007).
Celso Sabadin do Cineclick publicou: "que fique bem claro: 'Rolling Stones - Shine a Light' não é um documentário sobre os Rolling Stones, mas sim com os Rolling Stones. A diferença é sutil, porém significativa. A intenção do filme não é documentar a carreira desta que é uma das mais importantes bandas de rock de todos os tempos, mas sim registrar um único show, justamente o acontecido no Beacon Theater, em Nova York, no outono de 2006. E, de quebra, mostrar alguns antigos, esparsos e divertidos momentos do grupo. O simples fato do documentário trazer como objeto principal um show da famosa banda já seria, por si só, motivo de grande interesse. (...) Não por acaso, o filme fez história no recente Festival de Berlim, transformando-se no único documentário a abrir o evento em 58 anos".
O que eu achei: Em “Rolling Stones - Shine a Light” (2007), Scorsese une duas forças lendárias - o cinema e o rock - para criar um documentário vibrante e cheio de energia. Registrando um show da banda no histórico Beacon Theatre, o filme vai além de um simples registro de concerto, transformando a apresentação em uma experiência cinematográfica envolvente. No palco, The Rolling Stones mostram por que continuam sendo um dos maiores nomes da história do rock. Mick Jagger esbanja carisma e energia, dominando o palco com impressionante vitalidade, enquanto Keith Richards mantém o espírito irreverente que define o som da banda. O repertório mistura clássicos e momentos mais intimistas, garantindo um show dinâmico e envolvente. Scorsese imprime sua marca já na abertura, mostrando os bastidores e a preparação do espetáculo, o que ajuda a criar expectativa e aproxima o espectador do evento. Durante o show, a direção aposta em múltiplas câmeras e movimentos ágeis, captando não só a performance, mas também a reação do público, criando uma sensação de imersão. Intercalado com a apresentação, o filme traz imagens de arquivo que ajudam a contextualizar a trajetória da banda, reforçando sua importância cultural. Ainda assim, o foco permanece no presente, na potência de um grupo que, mesmo após décadas de carreira, segue eletrizante. Talvez não traga grandes revelações para quem já conhece bem a história dos Stones, mas isso não chega a ser um problema. “Shine a Light” funciona justamente como uma celebração: um encontro entre um grande diretor e uma banda icônica, em plena forma. Bem legal e gostoso de assistir, é o tipo de documentário que certamente agradará aos fãs. Pode ser encarado também como uma ótima porta de entrada para quem quer entender por que os Stones continuam sendo tão relevantes. Excelente.
O que eu achei: Em “Rolling Stones - Shine a Light” (2007), Scorsese une duas forças lendárias - o cinema e o rock - para criar um documentário vibrante e cheio de energia. Registrando um show da banda no histórico Beacon Theatre, o filme vai além de um simples registro de concerto, transformando a apresentação em uma experiência cinematográfica envolvente. No palco, The Rolling Stones mostram por que continuam sendo um dos maiores nomes da história do rock. Mick Jagger esbanja carisma e energia, dominando o palco com impressionante vitalidade, enquanto Keith Richards mantém o espírito irreverente que define o som da banda. O repertório mistura clássicos e momentos mais intimistas, garantindo um show dinâmico e envolvente. Scorsese imprime sua marca já na abertura, mostrando os bastidores e a preparação do espetáculo, o que ajuda a criar expectativa e aproxima o espectador do evento. Durante o show, a direção aposta em múltiplas câmeras e movimentos ágeis, captando não só a performance, mas também a reação do público, criando uma sensação de imersão. Intercalado com a apresentação, o filme traz imagens de arquivo que ajudam a contextualizar a trajetória da banda, reforçando sua importância cultural. Ainda assim, o foco permanece no presente, na potência de um grupo que, mesmo após décadas de carreira, segue eletrizante. Talvez não traga grandes revelações para quem já conhece bem a história dos Stones, mas isso não chega a ser um problema. “Shine a Light” funciona justamente como uma celebração: um encontro entre um grande diretor e uma banda icônica, em plena forma. Bem legal e gostoso de assistir, é o tipo de documentário que certamente agradará aos fãs. Pode ser encarado também como uma ótima porta de entrada para quem quer entender por que os Stones continuam sendo tão relevantes. Excelente.
