Sinopse: Década de 1950. Reynolds Woodcock (Daniel Day-Lewis) é um renomado e confiante estilista que trabalha ao lado da irmã, Cyril (Lesley Manville), para vestir grandes nomes da realeza e da elite britânica. Sua inspiração surge através das mulheres que constantemente entram e saem de sua vida. Mas tudo muda quando ele conhece a forte e inteligente Alma (Vicky Krieps), que vira sua musa e amante.
Comentário: Paul Thomas Anderson (1970) é um cineasta norte-americano nomeado diversas vezes ao Oscar. Assisti dele os ótimos "Boogie Nights - Prazer sem Limites" (1997), "Magnólia" (1999) e "O Mestre" (2012) e os bons "Sangue Negro" (2007) e "Vício Inerente" (2014). Desta vez vou conferir "Trama Fantasma" (2017).
O longa é um drama psicológico escrito e dirigido pelo Paul Thomas Anderson. A história se passa na Londres dos anos 1950 e acompanha Reynolds Woodcock (Daniel Day-Lewis), um renomado costureiro que veste a alta sociedade britânica. Meticuloso, controlador e totalmente dedicado ao trabalho, ele vive ao lado da irmã, Cyril (Lesley Manville), que administra os detalhes práticos de sua vida. A rotina de Reynolds muda quando ele conhece Alma (Vicky Krieps), uma jovem garçonete que se torna sua musa, modelo e companheira. A relação, porém, transforma-se numa dança de poder, afeto e obsessão, revelando um jogo psicológico tenso e ao mesmo tempo profundamente íntimo.
O filme explora temas como controle e vulnerabilidade nas relações afetivas, criação artística como ritual quase sagrado, a interdependência emocional entre artista e musa e amor, possessão e delicadeza em convivência quase claustrofóbica.
O longa é um drama psicológico escrito e dirigido pelo Paul Thomas Anderson. A história se passa na Londres dos anos 1950 e acompanha Reynolds Woodcock (Daniel Day-Lewis), um renomado costureiro que veste a alta sociedade britânica. Meticuloso, controlador e totalmente dedicado ao trabalho, ele vive ao lado da irmã, Cyril (Lesley Manville), que administra os detalhes práticos de sua vida. A rotina de Reynolds muda quando ele conhece Alma (Vicky Krieps), uma jovem garçonete que se torna sua musa, modelo e companheira. A relação, porém, transforma-se numa dança de poder, afeto e obsessão, revelando um jogo psicológico tenso e ao mesmo tempo profundamente íntimo.
O filme explora temas como controle e vulnerabilidade nas relações afetivas, criação artística como ritual quase sagrado, a interdependência emocional entre artista e musa e amor, possessão e delicadeza em convivência quase claustrofóbica.
A trilha sonora é de Jonny Greenwood do Radiohead.
O filme recebeu vários prêmios e indicações. No Oscar 2018 ele venceu como Melhor Figurino (Mark Bridges), mas também foi indicado a Melhor Filme, Melhor Diretor (Paul Thomas Anderson), Melhor Ator (Daniel Day-Lewis), Melhor Atriz Coadjuvante (Lesley Manville) e Melhor Trilha Sonora (Jonny Greenwood). Foi indicado também ao BAFTA de Melhor Figurino.
O filme recebeu vários prêmios e indicações. No Oscar 2018 ele venceu como Melhor Figurino (Mark Bridges), mas também foi indicado a Melhor Filme, Melhor Diretor (Paul Thomas Anderson), Melhor Ator (Daniel Day-Lewis), Melhor Atriz Coadjuvante (Lesley Manville) e Melhor Trilha Sonora (Jonny Greenwood). Foi indicado também ao BAFTA de Melhor Figurino.
Amplamente aclamado pela crítica, o filme aparece em diversas listas de melhores filmes de 2017.
O que eu achei: Demorei algumas horas para digerir esse filme. Ele conta a história do relacionamento entre o estilista Reynolds Woodcock e sua esposa Alma. O filme terminou e eu fiquei pensando onde o excelente Paul Thomas Anderson queria chegar. Minha conclusão é que é um ótimo filme cujo tema central são os relacionamentos tóxicos. E quantos relacionamentos não são assim? Entre marido e mulher, chefe e funcionário, entre parentes e amigos. Um filme para se ver e refletir. Excelente.
O que eu achei: Demorei algumas horas para digerir esse filme. Ele conta a história do relacionamento entre o estilista Reynolds Woodcock e sua esposa Alma. O filme terminou e eu fiquei pensando onde o excelente Paul Thomas Anderson queria chegar. Minha conclusão é que é um ótimo filme cujo tema central são os relacionamentos tóxicos. E quantos relacionamentos não são assim? Entre marido e mulher, chefe e funcionário, entre parentes e amigos. Um filme para se ver e refletir. Excelente.
