Sinopse: Num futuro distópico, em 2044, Wade Watts (Tye Sheridan), como o resto da humanidade, prefere a realidade virtual do jogo OASIS ao mundo real. Quando o criador do jogo, o excêntrico James Halliday (Mark Rylance) morre, os jogadores devem descobrir a chave de um quebra-cabeça diabólico para conquistar sua fortuna inestimável. Para vencer Watts terá de abandonar a existência virtual e ceder a uma vida de amor e realidade da qual sempre tentou fugir.
Comentário: Hoje, aproveitando a Black Friday prolongada do NOW encarei “Jogador nº 1” de Steven Spielberg. Preferi ver numa 2ª feira à noite do que arriscar estragar o meu final de semana, e o filme, de fato, acaba sendo uma mera “sessão da tarde”. O diretor é o rei do entretenimento. O filme é baseado no livro homônimo escrito por Ernest Cline que, junto com Zak Penn assina o roteiro. A história se passa em 2045. O mundo está completamente tomado pela pobreza e o povo se distrai no “Oasis”, um jogo que se passa numa realidade virtual. O resultado é previsível, tem aquele romance típico da sessão pipoca e termina com uma lição para quem vive com a cara no celular. O filme conta com muitas referências e a parte mais interessante é a que se passa dentro do filme “O Iluminado” do Kubrick. Vi em casa numa TV de 42” e já achei uma viagem de ácido, mas imagino que o filme deva ter sido lançado em 3D já que nos créditos finais há menção ao iMax, o que pode aumentar a doideira. Bom para espairecer. Não espere nada de alta filosofia.
