Sinopse: Esperando se distanciar das consequências de uma condenação por difamação, o jornalista Mikael Blomkvist (Daniel Craig) vai para uma ilha remota ao norte da Suécia onde o assassinato não resolvido de uma jovem garota ainda atormenta seu tio industrialista quarenta anos depois. Abrigado em um chalé na ilha onde o assassino ainda pode estar vivendo, a investigação de Blomkvist o leva para dentro dos segredos dos ricos e poderosos, também o aproximando de uma aliada improvável, a hacker punk Lisbeth Salander (Rooney Mara).
Comentário: Segundo Edu Fernandes, do Cineclick, "a trilogia de livros 'Millennium' formam uma obra fechada em si, como se fossem uma coisa só. O caso apresentado no primeiro volume é apenas um pretexto para apresentar os personagens cujos conflitos só serão explicados mais a fundo nas próximas histórias. O filme 'Millenium – Os Homens que não Amavam as Mulheres' não segue o mesmo raciocínio e tenta não deixar muitas pontas soltas logo nesse primeiro episódio. Nas adaptações cinematográficas já realizadas na Suécia houve mais fidelidade nesse sentido. (...) O didatismo excessivo foi adotado em Hollywood porque, ao contrário do caso sueco, enquanto essa nova adaptação estava em produção, não havia garantias de que os próximos livros também seriam transformados em filmes. Portanto, para evitar o fiasco de criar uma franquia de um filme só, optou-se por sacrificar um pouco das explicações que só deveriam ser dadas mais adiante".
Comentário: Segundo Edu Fernandes, do Cineclick, "a trilogia de livros 'Millennium' formam uma obra fechada em si, como se fossem uma coisa só. O caso apresentado no primeiro volume é apenas um pretexto para apresentar os personagens cujos conflitos só serão explicados mais a fundo nas próximas histórias. O filme 'Millenium – Os Homens que não Amavam as Mulheres' não segue o mesmo raciocínio e tenta não deixar muitas pontas soltas logo nesse primeiro episódio. Nas adaptações cinematográficas já realizadas na Suécia houve mais fidelidade nesse sentido. (...) O didatismo excessivo foi adotado em Hollywood porque, ao contrário do caso sueco, enquanto essa nova adaptação estava em produção, não havia garantias de que os próximos livros também seriam transformados em filmes. Portanto, para evitar o fiasco de criar uma franquia de um filme só, optou-se por sacrificar um pouco das explicações que só deveriam ser dadas mais adiante".
