17.10.17

“Mãe só há uma” - Anna Muylaert (Brasil, 2016)

Sinopse: Pierre descobre que sua família não é biológica quando a polícia prende sua mãe. Confuso, ele vai atrás de seus parentes verdadeiros, que o conhecem como Felipe, e a nova realidade faz com que o rapaz encontre finalmente sua real identidade.

16.10.17

“Fragmentado” - M. Night Shyamalan (EUA, 2017)

Sinopse: Kevin (James McAvoy) possui 23 personalidades distintas e consegue alterná-las quimicamente em seu organismo apenas com a força do pensamento. Um dia, ele sequestra três adolescentes que encontra em um estacionamento. Vivendo em cativeiro, elas passam a conhecer as diferentes facetas de Kevin e precisam encontrar algum meio de escapar.
Comentários: O final deste filme mostra o ator Bruce Willis dizendo que o nome do outro assassino que lembra o deste filme é Mr. Glass. Esse comentário que, à primeira vista parece gratuito, indica que "Fragmentado" tem relação com "Corpo Fechado" e, segundo o diretor, terá uma continuação.

15.10.17

“Alien: Covenant” - Ridley Scott (EUA/Reino Unido, 2017)

Sinopse: 2104. Viajando pela galáxia, a nave colonizadora Covenant tem por objetivo chegar ao planeta Origae-6, bem distante da Terra. Um acidente cósmico antes de chegar ao seu destino faz com que Walter (Michael Fassbender), o andróide a bordo da espaçonave, seja obrigado a despertar os 17 tripulantes da missão. Logo Oram (Billy Crudup) precisa assumir o posto de capitão, devido a um acidente ocorrido no momento em que todos são despertos. Em meio aos necessários consertos, eles descobrem que nas proximidades há um planeta desconhecido, que abrigaria as condições necessárias para abrigar vida humana. Oram e sua equipe decidem ir ao local para investigá-lo, considerando até mesmo a possibilidade de deixar de lado a viagem até Origae-6 e se estabelecer por lá. Só que, ao chegar, eles rapidamente descobrem que o planeta abriga seres mortais.
Comentário: Segundo Paulo Cavalcanti da revista Rolling Stone, "em 2012, com o lançamento de Prometheus, a franquia Alien estava de volta e com o diretor Ridley Scott novamente no comando. Na época, ela ressurgiu na forma de uma prequel, mostrando as origens da terrível criatura que surgiu em Alien, o Oitavo Passageiro (1979) e acabou entrando na nave Nostromo, que tinha como tripulante a icônica Ripley (Sigourney Weaver). Prometheus dividiu opiniões – o filme foi acusado de ser muito “cabeça” e contemplativo. Mas agora, assistindo ao recém-lançado Alien: Covenant, também dirigido por Scott, é possível entender muita coisa que foi relatada no filme anterior, que terminou com o androide David (Michael Fassebender) e Elizabeth Shaw (Noomi Rapace) tentando entender o motivo de os aliens quererem acabar com a humanidade. Agora, na nave Covenant, encontramos uma nova tripulação que deixa a terra com a finalidade de colonizar um planeta distante. Além da tripulação, a embarcação espacial carrega uma grande quantidade de colonos que estão hibernando. Depois de colidir com um asteroide, a nave é terrivelmente avariada. O capitão Jacob Branson (James Franco, em uma ponta) acaba morrendo. Quem assume o comando é o primeiro oficial Christopher Oram (Billy Crudup), um homem religioso que acredita que sua fé não vai abandonar a tripulação. A segunda no comando agora é Daniels (Katherine Waterston), esposa de Branson. Mesmo chocada com a morte do marido, ela segue pragmática e eficiente. Todos acham que ela seria mais gabaritada para conduzir a nave do que o hesitante Oram. E quem segura as pontas em meio a toda crise é o androide Walter (Fassebender), um “gêmeo” de David do filme anterior. Depois do acidente, a nave nota um planeta desabitado, com as características similares à Terra. Oram decide descer, argumentando que eles poderiam se fixar lá mesmo, poupando a todos anos de uma viagem desconfortável. Daniels é contra e apresenta argumentos consistentes, falando dos possíveis perigos que poderiam enfrentar. Mesmo assim, a maioria desce, com o piloto Tennessee (Danny McBride) assumindo o comando da Covenant. “Não tem nenhuma vida aqui, nenhum tipo de animal”, nota Daniels. Mesmo sim, a princípio, fica a impressão de que todos chegaram a uma espécie de paraíso. Na verdade, o lugar é o inferno, conforme eles descobrirão. Em termos de roteiro e execução, Alien: Covenant está muitos passos além de Prometheus. O novo filme tem uma atmosfera gótica, cuja fotografia sombria realça o clima opressor. Espere por muitas mortes sangrentas, seguindo a dinâmica dos “dez indiozinhos”, com cada integrante da tripulação sendo morto de uma forma singular e chocante. Este novo capítulo também aprofunda a discussão sobre a crença em divindades, mitologia, mortalidade e se existe ética na criação de inteligência artificial. Como este é um “capitulo do meio”, o desfecho não tem surpresas. Mas ao terminar o longa, o público vai ficar intrigado para saber o que vai acontecer no próximo filme, que fechará a nova trilogia e, assim, vai se conectar ao primeiro filme, lançado em 1979.

14.10.17

“Kubo e as Cordas Mágicas” - Travis Knight (EUA, 2016)

Sinopse: Kubo vive uma normal e tranquila vida em uma pequena vila no Japão com sua mãe. Até que um espírito vingativo do passado muda completamente sua vida, ao fazer com que todos os tipos de deuses e monstros o persigam. Agora, para sobreviver, Kubo terá de encontrar uma armadura mágica que foi usada pelo seu falecido pai, um lendário guerreiro samurai.

13.10.17

“O Programa” - Stephen Frears (Reino Unido/França, 2015)

Sinopse: Quando começa a carreira de ciclista, Lance Armstrong (Ben Foster) é considerado inferior aos concorrentes por sua técnica e seu típico físico. Perseguindo a vitória a qualquer custo, ele junta-se ao programa de um médico italiano e passa a usar todos os tipos de drogas experimentais para melhorar a sua performance. Rapidamente, ele se torna o melhor ciclista do mundo, vencendo sete edições do Tour de France, contando com um indetectável esquema de doping e com a conivência das instituições esportivas. Mas um dia, a verdade por trás de suas conquistas é revelada ao público.

10.10.17

"O Apartamento" - Asghar Farhadi (Irã/França, 2016)

Sinopse: Emad (Shahab Hosseini) e Rana (Taraneh Alidoosti) são casados e encenam a montagem da peça teatral "A Morte de um Caixeiro Viajante", de Arthur Miller. Um dia, eles são surpreendidos com o alerta para que eles e todos os moradores do prédio em que vivem deixem o local imediatamente. O problema é que, devido a uma obra próxima, todo o prédio corre o risco de desabamento. Diante deste problema, Emad e Rana passam a morar, provisoriamente, em um apartamento emprestado. É lá que Rana é surpreendida com a entrada de um estranho no banheiro, justamente quando está tomando banho. O susto faz com que ela se machuque seriamente e vá parar no hospital. Entretanto, é o trauma do ocorrido que afeta, cada vez mais, suas vidas.

8.10.17

"Desajustados" - Dagur Kari (Islândia/Dinamarca, 2015)

Sinopse: Fusi (Gunnar Jónsson) é um homem que já passou dos quarenta anos de idade, mas ainda não teve coragem de entrar na vida adulta. Ele vive uma pacata rotina morando com sua mãe até que um encontro com uma mulher vivaz e uma menina de 8 anos afeta seu equilíbrio, obrigando-o a fazer mudanças.

7.10.17

"Os Inquilinos (Os Incomodados que se Mudem)" - Sérgio Bianchi (Brasil, 2009)

Sinopse: Válter (Marat Descartes) e Iara (Ana Carbatti) moram com os dois filhos, na periferia da cidade de São Paulo. Eles levam a vida normalmente, até a chegada de três rapazes que se tornam seus novos vizinhos. Iara passa a achar que, como eles não trabalham, devem ser bandidos. Pouco se sabe sobre a história do trio, apenas que eles costumam levar mulheres para casa e falam palavrões constantemente. Valter, que trabalha de dia e estuda à noite, pouco se importa com o que eles fazem e quer apenas dormir. Só que a tensão do dia a dia e o barulho que os vizinhos fazem de madrugada atrapalham seu sono.

5.10.17

"O Grande Pecado" - Gustaf Edgren (Suécia, 1935)

Sinopse: Lena (Ingrid Bergman) é secretária num escritório, e está apaixonada pelo seu chefe, Johan Borg (Lars Hanson). E então ela decide se demitir. E a esposa de Borg, Clary (Karin Kavli), que não tem filhos, quando fica grávida resolve fazer um aborto ilegal.

3.10.17

"A Fronteira da Alvorada" - Philippe Garrel (França, 2008)

Sinopse: Carole (Laura Smet) é uma atriz casada, cujo marido (Eric Rulliat) vive nos Estados Unidos. Ela mantém um caso com o fotógrafo François (Louis Garrel). Quando o marido dela retorna, François evita se encontrar com Carole novamente. Tempos depois ele conhece Ève (Clémentine Poidatz), que lhe permite uma vida tranqüila e estável, mas a imagem de Carole volta e meia retorna para atormentá-lo.

1.10.17

“Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios” - Beto Brant e Renato Ciasca (Brasil, 2011)

Sinopse: Cauby (Gustavo Machado) tem 40 anos, trabalha como fotógrafo de uma revista semanal e resolveu trocar São Paulo pelo interior do Pará. Cético em relação ao amor e devotado à beleza, ele encontra num lindo cenário amazônico a bela e instável Lavínia (Camila Pitanga), mulher do pastor Ernani (Zecarlos Machado), homem que acredita ser possível consertar as contradições humanas. Mas no interior do país ainda existem lugares onde a honra se lava com sangue e Cauby não imaginava que acabaria envolvido num triângulo amoroso imprevisível, fazendo com que ele perdesse o controle da própria vida.
Comentário: Segundo Juliano Gomes do site Cinética, "a busca conceitual da obra recente de Beto Brant e seus habituais parceiros (Renato Ciasca, Marçal Aquino) ganha, em Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios, uma espécie de capítulo definitivo. O trajeto, que com mais clareza se desenha desde Crime Delicado até aqui, ganha um ponto de inflexão, chega a um paroxismo do balanço entre narrativa e conceito. Desta vez, o personagem artista, o espelho do filme, se coloca sobre uma linha de alcance ainda maior que nos anteriores. A aposta é entre um eixo que liga os personagens ao Território, a Natureza à Política, a Religião à Arte, e outros pares absolutamente maiúsculos. A ousadia quase “habitual” de Brant se direciona para a composição desse thriller, que no fundo se estrutura sobre o tema da identidade: identidade nacional, ao levar a discussão brasileira, dos grandes conjuntos para a região de maior ebulição e emergência, econômica e cultural, no país – o norte; identidade dos personagens e das imagens. A proposta é, então, pela decupagem em blocos quase autônomos, centrípetos. É tentar captar justamente as transições desse macro território geográfico-estético-afetivo para dar-lhes sentido somente como aparição. Identidade é o que aparece, é contingência, é máscara e opacidade. E por estes meandros, novamente, o cinema de Brant parece estagnar-se diante do abismo que deseja. Se, por um lado, é louvável e rara uma aposta desta magnitude e firmeza de propósito, por outro lado, a oscilação que funda o filme é mais da ordem da dispersão do que da modulação de suas potências estéticas seguindo seu fim necessariamente errante. O desafio aqui é: encanto e representação. Diante da beleza, da plenitude, o que se pode fazer? Domá-la ou ser absorvido por ela? O aniquilamento de uma das partes é necessário, a tragédia está sempre dada. Os oráculos, representados principalmente por Viktor Laurence (Gero Camilo), mas também por Ernani (Zecarlos Machado), estão a reiterar todo o tempo: isso vai acabar mal. Junto com Lavínia/Lucia (Camila Pitanga), eles formam uma espécie de triângulo magnético do filme, são os elementos de energia e de morte, enfim, os que deslocam os centros, as identidades. O personagem do artista, agora reencarnado em Cauby (Gustavo Machado), é o antagonista destes centros de forças, é o intruso ali, aquele que tenta conciliar mundos, tenta dar arestas ao que é inextensivo por natureza (o desejo, a fé, arte, a “floresta”). Esse é seu drama. Ele é encarregado da travessia, é o herói trágico que vai ter que cumprir o caminho de algum sacrifício. Ele é o “eu” do título, isto é, ele é o que não crê, o que não tem transcendência, o que ignora os sinais, o que acredita que seu trajeto é individual e diz respeito somente a si mesmo (“Não vou fugir, eu sou inocente”, ele repete). Se “santa é carne que peca”, o pecado inverso de Cauby é justamente valorizar demais esse “eu”, essa estabilidade ilusória, não perceber que a tragédia é justamente o lugar desta anulação, onde tudo vai convergir em direção à aniquilação das partes, ao apagamento, seja no êxtase ou na morte (o que dá no mesmo). Sob tal estrutura, a câmera estabelece uma postura de deriva, de gravitação em torno dos personagens. Há um trajeto da imagem que estabelece centros nas cenas, e que tenta captar suas emanações, sua energia. O formato circular da movimentação de câmera é uma constante. Uma dança, uma benção, enfim, a câmera estabelece uma postura de ritualização da cena, que, aliado ao formato scope obviamente leva a uma idéia de transcendência (os pilares, ou, os personagens são: a beleza, a fé e arte. Sim, os grandes conjuntos). Se a identificação entre o filme e Cauby é clara, novamente ela se reafirma na hesitação em abraçar com radicalidade seus próprios princípios - e se perder. A aposta na observação dessa cena-ritual depende de um processo muito fino de estabelecimento do transe que quase sempre fica no meio do caminho. Isto é, a transformação, a desfiguração, acontece na cena, mas não em nós. A missão de encontrar este princípio comum em tantos conjuntos tão pomposos parece pesada demais, de forma que muitas vezes, especialmente na primeira metade, a trilha sonora tem que “ajudar” prematuramente dentro dos blocos a criar clima, a estabelecer uma atmosfera de densidade, que a cena, o ritual, a dança, por si só não dá conta de criar. Nos embates que cada cena coloca, nesses jogos, nesses microdesafios entre forças, quem vence é quase sempre a informação, a comunicação, a modelo que não deixa restos e não permite transformações. A obrigatoriedade da narrativa “andar”, mesmo que de forma lacunar, impede a derivação radical, o esgarçamento das fronteiras que é, afinal, o que esses grandes conjuntos pedem a Cauby-filme o tempo todo. A deriva, se for tímida, não é deriva. O desvio, a metamorfose, precisa ser radical e total. Curiosamente, o momento em que o filme finca suas bases mais fortes neste terreno pantanoso é no segmento final e no flashback no Rio de Janeiro. A falta de obrigação de movimento (no caso do Rio, da câmera andar, e no caso do final, da história “andar”) parece fazer o filme acertar o prumo ao abraçar menos seus meios para chegar a esses fins tão radicais. De alguma forma, a renúncia de alguns vetores nessa equação (no caso, absorção do fluxo e convulsão da mise en scène através da dinâmica dos atores e da câmera no território, assim como a desacentuação às subtramas) leva o filme a se aproximar dessa intensidade almejada. Porque o caminho para o transe, para qualquer extremo, é necessariamente indireto. O edipianismo do filme-Cauby é este: não perceber que o caminho é paradoxal; ir para os lados para ir para frente, e vice-versa. O filme avança quando volta no tempo, e quando recua na composição do espaço; e o filme se adensa quando os planos de fundo cumprem seu trajeto. No fundo, sua tragédia é a do conhecimento da consciência que deseja aniquilação, alteração, mas não alcança. Os três pilares à sua volta todos cumprem o trajeto: dois mortos, e uma que se torna alteridade. Um fracasso, enfim. Absolutamente consciente. E é somente através de uma certa traição de seus próprios que se pode chegar às alturas desejadas pelo cinema de Brant, acreditando menos em si, tornando-se outro permanentemente, ritualizando a estrutura, espalhando seu conceito pela macronarrativa do filme e, aí sim, mergulhando no Rio, tornando-se meandro, pela aparente renúncia da intensidade como imagem, ou da representação do transbordamento. E preciso sê-lo e não mostrá-lo. Essa é a dificuldade do salto, é isso que as três forças em volta de Cauby cumprem, sob um preço alto demais. Infelizmente, parece que Eu Receberia as Piores Notícias dos seus Lindos Lábios não quer corre este risco. Ficamos nós também à beira do abismo, a vislumbrar essa vertigem que não embarcamos, com Cauby. Não ilesos, claro, com um olho a menos talvez, mas ainda à beira, olhando pro curso do rio, com medo de perder o horizonte de vista."

27.9.17

"A Dama de Honra" - Claude Chabrol (França/Alemanha, 2004)

Sinopse: No dia do casamento de uma de suas duas irmãs, Philippe Tardieu (Benoît Magimel) conhece uma das damas de honra, por quem acaba se apaixonando. Ele, porém, um rapaz racionalmente equilibrado, não imagina o perigo que se esconde por trás do doce sorriso daquela atraente moça.

24.9.17

"5 Câmeras Quebradas" - Emad Burnat e Guy Davidi (Palestina/Israel/França, 2011)

Sinopse: Emad Burnat, um agricultor palestino que vive em Bil'in, na Cisjordânia, comprou uma câmera em 2005 para acompanhar o crescimento de seu filho Gibreel. Quase ao mesmo tempo em que a criança dá seus primeiros passos, o exército israelense constrói uma barreira entre Bil'in e um assentamento de colonos judeus. As gravações, de caráter familiar, passam a documentar os protestos dos moradores da região palestina contra o bloqueio, originando o documentário.

17.9.17

"Chuva de Verão" - Christine Jeffs (Nova Zelândia, 2011)

Sinopse: É verão. A adolescente Janey (Alicia Fulford-Wierzbicki) e sua família se instalam em sua casa de praia no litoral da Nova Zelândia para mais uma perfeita temporada de férias à beira-mar. Os dias de Janey consistem em pescar, nadar e namorar um de seus vizinhos. Mas à noite ela participa das festas promovidas por seus pais, regadas a bebida, música, dança e muita sedução. Janey cada vez mais toma consciência das falhas e crises do casamento de seus pais. Ela observa o envolvimento da mãe com um fotógrafo e pede que ele a fotografe.

8.9.17

"O Hospedeiro" - Joon-ho Bong (Coréia do Sul, 2006)

Sinopse: Na beira do rio Han moram Hie-bong (Byeon Hie-bong) e sua família, donos de uma barraca de comida no parque. Seu filho mais velho, Kang-du (Song Kang-ho), tem 40 anos, mas é um tanto imaturo. A filha do meio é arqueira do time olímpico coreano e o filho mais novo está desempregado. Todos cuidam da menina Hyun-seo (Ko Ah-sung), filha de Kang-du, cuja mãe saiu de casa há muito tempo. Um dia surge um monstro no rio, causando terror nas margens e levando com ele a neta de Hie-bong. É quando, em busca da menina, os membros da família decidem enfrentar o monstro.

28.8.17

"Luz Escura - A Arte dos Fotógrafos Cegos" - Neil Leifer ( EUA, 2009)

Sinopse: Enquanto a ideia de um fotógrafo cego parece pouco realista, uma oportunidade para demonstrar sua criatividade presenteou três artistas cegos: Peter Eckert, Henry Butler e Bruce Hall. O tema deste documentário está focado na fotografia e cegueira por várias razões, incluindo o feito de criar uma imagem de uma pessoa cega para ser apreciada por aqueles que podem ver.

22.8.17

"Irreversível" - Gaspar Noé (França, 2002)

Sinopse: O filme narra, de trás para frente, a história de uma vingança. A primeira sequência mostra dois amigos desesperados, Marcus (Vincent Cassel) e Pierre (Albert Dupontel), saindo pelo submundo de Paris à procura do homem que teria estuprado e espancado Alex (Monica Bellucci), a atual namorada de Marcus e ex-namorada de Pierre. Em seguida, a narrativa volta passo a passo no tempo para mostrar como Marcus e Pierre descobriram o nome do autor do crime, recuando até o próprio estupro e os eventos que o antecederam.

1.8.17

"Ídolo" - Ricardo Calvet (Brasil, 2014)

Sinopse: Nilton Santos é um ídolo para qualquer botafoguense. Fiel ao seu time e com o apelido de "Enciclopédia", tamanho conhecimento futebolístico que possuía, era considerado, por muitos, o melhor lateral esquerdo de todos os tempos. Até hoje, Nilton é lembrado dentro e fora dos gramados.

30.7.17

"Cinco Graças" - Deniz Gamze Ergüven (Turquia/França/Alemanha, 2015)

Sinopse: A história se passa em um vilarejo turco, onde Lale e suas 4 irmãs brincam inocentemente com os meninos vizinhos, mas a repressão é tanta que acarreta em um escândalo de consequências muito fortes: a casa delas se torna praticamente uma prisão e começam a ter seus casamentos arranjados. Lembra "As Virgens Suicidas". A diferença é que lá eram burguesas entediadas enquanto aqui as meninas são vítimas da religião muçulmana conservadora.

25.7.17

"Absolutely Fabulous: O Filme" - Mandie Fletcher (Reino Unido/EUA, 2016)

Sinopse: As melhores amigas Edina (Jennifer Saunders) e Patsy (Joanna Lumley) estão curtindo a vida que levam, cheias de dinheiro, glamour e amores. Entretanto, após um incidente, elas se veem no meio de uma tempestade de críticas na mídia e terão de se acostumar ao desprezo da sociedade.

18.7.17

"Swedenhielms" - Gustaf Molander (Suécia, 1935)

Sinopse: Os Swedenhielms são uma antiga família aristocrática, que tem como chefe o professor Rolf Swedenhielm (Gösta Ekman). Bo (Håkan Westergren), Julia (Tutta Rolf) e Rolf Jr (Björn Berglund) são os três filhos. E, devido ao estilo de vida extravagante da família, eles estão indo a falência.

17.7.17

"Entre Irmãos" - Jim Sheridan (EUA, 2009)

Sinopse: Sam Cahill (Tobey Maguire) é um fuzileiro naval casado com Grace (Natalie Portman), sua namorada desde a infância, e com ela tem duas filhas: Isabelle (Bailee Madison) e Maggie (Taylor Grace Geare). Tommy (Jake Gyllenhaal) é seu irmão caçula, um andarilho que deixou recentemente a prisão. Ele é o provocador da família, o que vem à tona logo em sua primeira noite fora da prisão, em jantar com seus pais, Hank (Sam Shepard) e Elsie (Mare Winningham). Logo em seguida, Sam é enviado para o Afeganistão. Ele é dado como morto quando o helicóptero em que está é abatido nas montanhas. A família Cahill fica em estado de choque e Tommy resolve assumir a responsabilidade por sua nora e sobrinhas. Só que Sam não está morto.

4.7.17

"O Clube" - Pablo Larraín (Chile, 2015)

Sinopse: Um grupo eclético de sacerdotes convive com Mónica (Antonia Zegers), uma freira, em uma casa na costa chilena. Quando não estão orando e expiando seus pecados, eles treinam seu cachorro para a próxima corrida. O que será que os levou até ali, praticamente no meio do nada, onde o vento sopra forte frequentemente? Quando um novo sacerdote muda-se para lá, um homem começa a lhe fazer fortes acusações e ele se suicida. A igreja envia um investigador, mas será que ele realmente tem a intenção de descobrir a verdade ou apenas garantir que a aparência santa seja mantida?

27.6.17

"Pergunte ao Pó" - Robert Towne (EUA, 2005)


Sinopse: Los Angeles, década de 30. No auge da depressão, Arturo Bandini (Colin Farrell) sonha se tornar um escritor famoso. Na tentativa de escrever algo ele se hospeda em um quarto barato de hotel, mas logo o plano se mostra um fracasso: o dinheiro de Arturo está acabando e ele ainda não conseguiu escrever. É quando ele conhece Camilla Lopez (Salma Hayek), uma garçonete mexicana que sonha conseguir um bom marido e deixar o emprego. Juntos eles vivem uma relação conturbada, baseada em desejo, ciúmes e desprezo.

26.6.17

"A Tartaruga Vermelha" - Michael Dudok de Wit (França/Bélgica/Japão, 2016)

Sinopse: Após sobreviver a um naufrágio, um homem se vê em uma ilha completamente deserta. Lá ele consegue se manter, através da pesca, e tenta construir uma jangada que lhe permita deixar o local. Só que, sempre que ele parte com a embarcação, ela é destruída por um ser misterioso. Logo ele descobre que a causa é uma imensa tartaruga vermelha, com quem manterá uma relação inusitada.

20.6.17

"Aliados" - Robert Zemeckis (EUA, 2016)

Sinopse: Em uma missão para eliminar um embaixador nazista em Casablanca, no Marrocos, os espiões Max Vatan (Brad Pitt) e Marianne Beausejour (Marion Cotillard) se apaixonam perdidamente e decidem se casar. Os problemas começam anos depois, com suspeitas sobre uma conexão entre Marianne e os alemães. Intrigado, Max decide investigar o passado da companheira e os dias de felicidade do casal vão por água abaixo.

18.6.17

"Lion - Uma Jornada Para Casa" - Garth Davis (EUA/Austrália/Reino Unido, 2016)

Sinopse: Quando tinha apenas cinco anos, o indiano Saroo (Dev Patel) se perdeu do irmão numa estação de trem de Calcutá e enfretou grandes desafios para sobreviver sozinho até de ser adotado por uma família australiana. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide buscar uma forma de reencontrar sua família biológica.

13.6.17

"Que Viva Eisenstein! - 10 Dias que Abalaram o México" - Peter Greenaway (/México/França/Bélgica/Holanda/Finlândia, 2015)

Sinopse: Depois de estabelecer sua reputação na União Soviética, o cineasta Sergei Eisenstein (Elmer Bäck) se muda para Guanajuato, no México, para dirigir o novo projeto "Que Viva México!". Chegando ao país, encanta-se com a nova cultura e passa a levar uma vida de excessos e de descobertas. Assim, as filmagens sofrem muitos atrasos e os custos do projeto aumentam, gerando conflitos com os produtores. Sem familiares ou amigos por perto, o inseguro Eisenstein torna-se cada vez mais próximo de seu guia local, o mexicano Palomino Cañedo (Luis Alberti), com quem inicia um relacionamento amoroso.

9.6.17

"Esta noite contigo" - Gustaf Molander (Suécia, 1939)

Sinopse: Valdemar (Edvin Adolphson) não sabe que é o filho ilegítimo de um rico propietário de terras, o coronel Von Brede (Olof Sandborg. Já com o coronel é diferente, ele sabe e tenta contratar Valdemar para cuidar de seus negócios.

4.6.17

"O Abraço Partido" - Daniel Burman (Argentina, 2004)

Sinopse: Ariel (Daniel Hendler) é um jovem de vinte e poucos anos, que largou a faculdade e ainda vive às custas da mãe (Adriana Aizemberg). Sua vida gira basicamente em torno de dois locais: a loja de lingeries de sua mãe e o cybercafe local. Ariel sempre estranhou o fato de nem sua mãe nem seu irmão falarem sobre seu pai, que nos anos 70 partiu para lutar na Guerra do Yom Kippur, em Israel, e nunca mais retornou. Com a crise econômica instalada na Argentina, que força o fechamento de várias lojas tradicionais no bairro onde está a loja de sua mãe, os amigos de Ariel sonham em conseguir a cidadania européia e partir do país em busca de emprego. Ariel também tem este sonho, mas cada vez mais alimenta o desejo de conhecer seu pai e também a verdade sobre seu afastamento da família.