Sinopse: Bo Laramie (Cole Hauser) é um grande astro em ascensão em Hollywood. Porém, os paparazzi - que fotografam pessoas famosas sem autorização, expondo em público as atividades que eles fazem em seu cotidiano - perseguem Bo, sua mulher Abby (Robin Tunney) e seu filho de oito anos publicando inúmeras mentiras em tabloides sensacionalistas. Um dia, os paparazzi acabam provocando um terrível acidente com sua família no qual Abby e o menino acabam hospitalizados, com o garotinho em coma. Mesmo assim a perseguição não acaba, mas dá lugar a uma guerra psicológica entre Bo e os paparazzi.
Comentário: Segundo a agência Reuters, "em um mundo aparentemente superlotado de bandidos, terroristas e homens-bomba, o filme 'Paparazzi' conseguiu identificar uma irmandade criminosa ainda mais alarmante: a dos fotógrafos de celebridades. Sim, é verdade: os paparazzi do título do filme não se limitam a irritar celebridades, criando emboscadas para flagrá-los em momentos impróprios. De acordo com este filme, eles traficam drogas, portam armas, provocam acidentes fatais, estupram mulheres, grampeiam escritórios, arrombam casas e agridem pessoas. Desse jeito, eles mal devem ter tempo para fazer fotos. O filme (...) é um suspense feito com orçamento modesto, que parte de uma premissa risível e sofre o efeito de atuações pouco expressivas. (...) O diretor de primeira viagem Paul Abascal não infunde estilo ou personalidade a 'Paparazzi', que parece um exercício na produção de um filme B. Com a exceção de Dennis Farina, os atores parecem atuar sem convicção. Robin Tunney é uma atriz tão competente que é doloroso vê-la tendo que encarar um papel tão vazio. As cenas de ação e feitas com dublês, que supostamente seriam a razão de ser do filme, são rotineiras. Para criar aquele clima de bastidores de Hollywood, o filme - produzido pela empresa de Mel Gibson, a Icon Productions - inclui pontas de gente famosa como o próprio Gibson, Chris Rock e Matthew McConaughey".
Comentário: Segundo a agência Reuters, "em um mundo aparentemente superlotado de bandidos, terroristas e homens-bomba, o filme 'Paparazzi' conseguiu identificar uma irmandade criminosa ainda mais alarmante: a dos fotógrafos de celebridades. Sim, é verdade: os paparazzi do título do filme não se limitam a irritar celebridades, criando emboscadas para flagrá-los em momentos impróprios. De acordo com este filme, eles traficam drogas, portam armas, provocam acidentes fatais, estupram mulheres, grampeiam escritórios, arrombam casas e agridem pessoas. Desse jeito, eles mal devem ter tempo para fazer fotos. O filme (...) é um suspense feito com orçamento modesto, que parte de uma premissa risível e sofre o efeito de atuações pouco expressivas. (...) O diretor de primeira viagem Paul Abascal não infunde estilo ou personalidade a 'Paparazzi', que parece um exercício na produção de um filme B. Com a exceção de Dennis Farina, os atores parecem atuar sem convicção. Robin Tunney é uma atriz tão competente que é doloroso vê-la tendo que encarar um papel tão vazio. As cenas de ação e feitas com dublês, que supostamente seriam a razão de ser do filme, são rotineiras. Para criar aquele clima de bastidores de Hollywood, o filme - produzido pela empresa de Mel Gibson, a Icon Productions - inclui pontas de gente famosa como o próprio Gibson, Chris Rock e Matthew McConaughey".
