Sinopse: É noite em algum lugar do Hemisfério Norte. Naquela cidade, uma série de estranhos incidentes está acontecendo. Aparentemente, uns não se relacionam com os outros. Um imigrante perdido na cidade é violentamente espancado no meio da rua; um mágico comete um terrível erro durante um de seus números. No meio dessa confusão, uma figura se sobressai, Karl (Lars Nordh), que acaba de colocar fogo em sua loja de móveis para pegar o dinheiro do seguro. Dormir naquela noite não será fácil para nenhum morador da cidade.
Comentário: Segundo Gabriel Dominato, do blog Avant, Cinema!, o filme "é uma sátira cheia de humor negro da sociedade ocidental, denunciando de forma dolorosamente descontraída o quanto esta é superficial e vazia, porém com uma simpatia por seus trágicos personagens, em especial aqueles que vão contra o ritmo louco do mundo. São 46 planos estáticos, onde a câmera caminha em apenas um deles, embora cômicos alguns, todos são trágicos ao lembrarmos que a sociedade criticada lá é a que vivemos, somos parte dela e de suas idiossincrasias. (...) O diretor constrói tudo metodicamente numa cidade que parece tão morta e fria como seus habitantes, superficial, fútil. (...) Não existe mais esplendor, tudo é dolorido e real demais, e os prazeres foram todos perdidos ou vendidos (...). "Canções do Segundo Andar" traça um panorama vasto de interpretações e significados, cabendo ao espectador que faça suas reflexões, mas algo é certo, esteja onde estiver, este filme irá reverberar em sua cabeça." Obra-prima.
Comentário: Segundo Gabriel Dominato, do blog Avant, Cinema!, o filme "é uma sátira cheia de humor negro da sociedade ocidental, denunciando de forma dolorosamente descontraída o quanto esta é superficial e vazia, porém com uma simpatia por seus trágicos personagens, em especial aqueles que vão contra o ritmo louco do mundo. São 46 planos estáticos, onde a câmera caminha em apenas um deles, embora cômicos alguns, todos são trágicos ao lembrarmos que a sociedade criticada lá é a que vivemos, somos parte dela e de suas idiossincrasias. (...) O diretor constrói tudo metodicamente numa cidade que parece tão morta e fria como seus habitantes, superficial, fútil. (...) Não existe mais esplendor, tudo é dolorido e real demais, e os prazeres foram todos perdidos ou vendidos (...). "Canções do Segundo Andar" traça um panorama vasto de interpretações e significados, cabendo ao espectador que faça suas reflexões, mas algo é certo, esteja onde estiver, este filme irá reverberar em sua cabeça." Obra-prima.
