Sinopse: A trajetória do médium (Nelson Xavier), que viveu 92 anos desenvolvendo importante atividade mediúnica e filantrópica. Fechava os olhos e colocava no papel poemas, crônicas e mensagens. Seus mais de 400 livros psicografados consolaram os vivos, pregaram a paz e estimularam a caridade. Para os admiradores mais fervorosos, foi um santo. Para os descrentes, no mínimo, um personagem intrigante.
Comentário: Segundo Heitor Augusto do Cineclick, "Daniel Filho cresceu ouvindo rádio, indo ao Teatro de Revista e assistindo a chanchadas que bebiam justamente da Revista e do circo. Depois veio um novo meio, a televisão, e, com ela, o desenvolvimento de uma linguagem e uma máxima: agradar o maior número possível de pessoas. Por que essa introdução? Para dizer que os 57 anos de carreira com teatro, novelas, seriados e filmes deram a Daniel Filho conhecimento de quais são as ferramentas para atingir o grande público mesmo com uma história que, a princípio, seria para nicho. Aí se localiza "Chico Xavier", seu 13º filme como diretor. Daniel pegou um dos aspectos da existência do líder espírita, transformou na essência do filme e acrescentou elementos para não deixar o público observar Francisco Cândido Xavier à distância. O objetivo é emocionar e se identificar, o que de fato ocorre. Em vez de colocar em primeiro plano o espiritismo, o filme posiciona Chico Xavier como uma grande personalidade brasileira, que sofreu abusos de uma madrinha malvada e lutou para sobreviver à descrença, deixando um legado de paz e conforto para famílias que perderam entes queridos". É cinema popular, um filme correto e sem muitas ousadias. Sem dúvida vale especialmente para quem se interessa pelo tema.
Comentário: Segundo Heitor Augusto do Cineclick, "Daniel Filho cresceu ouvindo rádio, indo ao Teatro de Revista e assistindo a chanchadas que bebiam justamente da Revista e do circo. Depois veio um novo meio, a televisão, e, com ela, o desenvolvimento de uma linguagem e uma máxima: agradar o maior número possível de pessoas. Por que essa introdução? Para dizer que os 57 anos de carreira com teatro, novelas, seriados e filmes deram a Daniel Filho conhecimento de quais são as ferramentas para atingir o grande público mesmo com uma história que, a princípio, seria para nicho. Aí se localiza "Chico Xavier", seu 13º filme como diretor. Daniel pegou um dos aspectos da existência do líder espírita, transformou na essência do filme e acrescentou elementos para não deixar o público observar Francisco Cândido Xavier à distância. O objetivo é emocionar e se identificar, o que de fato ocorre. Em vez de colocar em primeiro plano o espiritismo, o filme posiciona Chico Xavier como uma grande personalidade brasileira, que sofreu abusos de uma madrinha malvada e lutou para sobreviver à descrença, deixando um legado de paz e conforto para famílias que perderam entes queridos". É cinema popular, um filme correto e sem muitas ousadias. Sem dúvida vale especialmente para quem se interessa pelo tema.
